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		<title>Blog: Paleocartografia by Marco Antonio Perna</title>
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		<description><![CDATA[No Footer]]></description>
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		<title>A cartografia do Brasil no século XVI</title>
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		<description><![CDATA[ebook completo:<br /><br /><a href="http://books.google.com/books?id=p4mWyNRpjAQC&amp;pg=PA447&amp;dq=CARTOGRAFIA&amp;hl=pt-br&amp;ei=KeRMTeuHH4Kr8AbS4Oi5Dg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1&amp;ved=0CDAQ6AEwAA#v=onepage&amp;q&amp;f=false" target="_blank" >http://books.google.com/books?id=p4mWyNRpjAQC&amp;pg=PA447&amp;dq=CARTOGRAFIA&amp;hl=pt-br&amp;ei=KeRMTeuHH4Kr8AbS4Oi5Dg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1&amp;ved=0CDAQ6AEwAA#v=onepage&amp;q&amp;f=false</a><br /><br />
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		<title>» Brasil tem o tipo mais letal de tragédia ambiental !</title>
		<link>http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry110119-012229</link>
		<description><![CDATA[Nós, brasileiros, desde pequenos somos ensinados de que vivemos no melhor país do mundo. Aprendemos a ficar felizes por não termos maremotos, terremotos, furacões, tufões ou erupções vulcânicas. Nas aulas víamos a região árida Nordestina como a pior de nossas tragédias. <br /><br />Quando chegamos ao ensino superior, seja engenharia, geologia ou geografia, começamos a ver os problemas ambientais de outra forma. Aprendemos sobre voçorocas, encostas, enchentes, rios, chuvas, curvas de nível e tantas outras coisas. Mas ninguém se lembra que tudo isso pode gerar tragédias ambientais que nós temos dificuldade de enxergar. Claro que os especialistas sabem e ensinam em aula, mas mesmo assim para a maioria de nós a ficha não cai. Pelo menos não a nível catastrófico. Passa por nossas cabeças apenas tragédias &quot;normais&quot; como a do morro do Bumba em Niterói, ocorrida em 2010.<br /><br />Prova de que temos essa dificuldade de enxergar é que apesar dos orgãos meteorológicos avisarem horas antes de tragédias que vem chuva por aí, nós não fazemos nada. Será que é somente por incompetência de alguns ou porque não gera voto avisar o povo ? Não creio que seja apenas isso. Talvez um dos grandes motivos seja o não acreditar que algo catastrófico vai acontecer. No máximo uns corpos aqui e ali (de pobres) devem pensar. Afinal, o Brasil não é aquele país sem grandes tragédias ? Sem tsunamis ? Sem vulcões ?<br /><br /><a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/01/19/petropolis-desativou-estacoes-meteorologicas-meses-antes-da-tragedia-na-regiao-serrana-923570431.asp" target="_blank" >http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/01/19/petropolis-desativou-estacoes-meteorologicas-meses-antes-da-tragedia-na-regiao-serrana-923570431.asp</a><br /><br /><a href="http://extra.globo.com/noticias/rio/falhas-de-comunicacao-em-serie-agravaram-desastre-historico-na-regiao-serrana-do-rio-860648.html" target="_blank" >http://extra.globo.com/noticias/rio/falhas-de-comunicacao-em-serie-agravaram-desastre-historico-na-regiao-serrana-do-rio-860648.html</a><br /><br /><a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/119998_A+MESMA+CENA+E+CADA+VEZ+MAIS+DOR+SOB+OS+DESTROCOS+PARTE+1" target="_blank" >http://www.istoe.com.br/reportagens/119998_A+MESMA+CENA+E+CADA+VEZ+MAIS+DOR+SOB+OS+DESTROCOS+PARTE+1</a><br /><br /><br />O que não sabemos é que as nossas “pequenas” tragédias de chuvas que geram enchentes em rios e desabamentos em encostas podem ser dos piores tipos de tragédias ambientais possíveis. Piores que vulcões, terremotos ou furacões.<br /><br />Na China, em 1931, morreram milhões de pessoas (não escrevi errado não, foram milhões) em enchentes de rios. Veja nos dois links abaixo:<br /><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Yellow_River" target="_blank" >http://en.wikipedia.org/wiki/Yellow_River</a><br /><br /><a href="http://www.guiky.com.br/2010/04/10-maiores-desastres-naturais-da-terra.html" target="_blank" >http://www.guiky.com.br/2010/04/10-maiores-desastres-naturais-da-terra.html</a><br /><br /><br />Essa foi a pior tragédia ambiental da História. Normalmente pensamos em furacões, vulcões ou terremotos e não damos valor para qualquer chuvinha. Até na Bíblia, mesmo os céticos já sabem que muitas passagens são verificadas como possíveis ou prováveis de terem acontecido, consta a pior tragédia como sendo o Dilúvio de Noé. Mesmo que seja apenas folclore, o consenso bíblico é em torno de chuvas e não de terremotos ou vulcões.<br /><br />Mas, em nosso país, além do problema de não acreditarmos que temos um tipo de tragédia ambiental anunciada também sofremos do problema de memória (como é de hábito ao Ser Humano e mais ainda por aqui).<br /><br />Em 1967, na serra das Araras, também no Rio, tivemos uma das maiores tragédias ambientais brasileiras. O número de mortos comprovados não foi o maior do que algumas outras tragédias ambientais brasileiras (&quot;apenas&quot; poucas centenas), mas pelo tipo de desastre estimou-se que tenham morrido bem mais de 1000 pessoas, inclusive pelo número de desaparecidos.<br />Veja em:<br /><br /><a href="http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,34343.html#ixzz1BRIymNZf" target="_blank" >http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,34343.html#ixzz1BRIymNZf</a><br /><br /><a href="http://www.ufpe.br/rbgfe/index.php/revista/article/viewFile/76/76" target="_blank" >http://www.ufpe.br/rbgfe/index.php/revista/article/viewFile/76/76</a><br /><br /><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100113/not_imp494694,0.php" target="_blank" >http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100113/not_imp494694,0.php</a><br /><br /><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/area+destruida+em+1967+foi+reocupada+em+caragua+sao+paulo/n1237959532790.html" target="_blank" >http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/area+destruida+em+1967+foi+reocupada+em+caragua+sao+paulo/n1237959532790.html</a><br /><br />Não adianta (pelo menos até a atual Tragédia Serrana, e espero que mude algo...) avisar. Por ironia do destino o IPRJ, instituto politécnico da UERJ em Nova Friburgo, que sofreu muitos estragos na tragédia, teve trabalho realizado por um aluno que consistiu no desenvolvimento de um sistema para processamento de imagens estereoscópicas a partir fotografias aéreas, objetivando a identificação de possíveis áreas de risco em encostas.<br />Veja em:<br /><a href="http://www.eng.uerj.br/noticias/1295230262-Quinta+feira+8+de+Julho+de+2009+Tragedia+Pesquisada+e+Anunciada+" target="_blank" >http://www.eng.uerj.br/noticias/1295230262-Quinta+feira+8+de+Julho+de+2009+Tragedia+Pesquisada+e+Anunciada+</a><br />Veja a tragédia no IPRJ:<br /><a href="http://www.eng.uerj.br/noticias/1295155478-IPRJ+Sofre+Grandes+Estragos+Com+As+Chuvas+da+Tragedia+Serrana" target="_blank" >http://www.eng.uerj.br/noticias/1295155478-IPRJ+Sofre+Grandes+Estragos+Com+As+Chuvas+da+Tragedia+Serrana</a><br /><br />E o tempo está doido essa semana no Rio de Janeiro. Até tornado tivemos, e não foi na BR-3 e sim em Nova Iguaçu e adjacências:<br /><br /><a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/01/ventania-deixa-casas-destelhadas-e-ruas-sem-luz-no-rio-e-na-baixada.html" target="_blank" >http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/01/ventania-deixa-casas-destelhadas-e-ruas-sem-luz-no-rio-e-na-baixada.html</a><br /><br />Esperamos que nosso governador esteja certo e que Tupã realmente resolva os problemas nos próximos 4 anos. <br /><br />Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2011<br />Marco Antonio Perna<br />Engenheiro Cartógrafo e Analista de Sistemas.]]></description>
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	<item rdf:about="http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry110103-160533">
		<title>» Mapas clicáveis no webbrowser</title>
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		<description><![CDATA[<center><a href="javascript:openpopup('http://www.pluhma.com/maperna/blog/anexos/entry110103-160533/160533.jpg',800,600,false);"><img src="http://www.pluhma.com/maperna/blog/anexos/entry110103-160533/160533.jpg" border="0" alt="" /></a></center><br />Por volta de 1997 montei um &quot;poderoso&quot; mapa clicável do Brasil. Apontava-se o cursor do mouse no Estado e ao clicar ia-se diretamente nas informações do determinado Estado. Algo bem rudimentar hoje em dia mas na época era bastante aceitável. Como não era bonito e não vi grande vantagem em relação a uma opção de selecionar os Estados pelas siglas num formulário, parei de usar o mapa e não pensei mais no assunto.<br /><br />Porém hoje vi um mapa clicável em flash que me chamou a atenção. Ao longo dos anos devo ter visto outros parecidos, mas esse especificamente me despertou novamente o interesse. Infelizmente como é em flash, é tecnologia fechada e paga. Não é caro para quem for ter um site rentável, mas para mim apenas para ficar bonitinho fica inviável, fora que funciona bem a nível mundial, mas não tem os Estados brasileiros.<br /><br />Segue o link:<br /><br /><a href="http://www.movie-locations.com/places/map.html" target="_blank" >http://www.movie-locations.com/places/map.html</a><br /><br />Mas, como fiquei curioso, procurei um daqueles antigos mapas clicáveis em html e achei um bem mais bonito do que eu tinha feito. No fundo é a mesma coisa do que eu tinha feito, mas esse tá bem bonito.<br /><br />Segue o link:<br /><br /><a href="http://penta2.ufrgs.br/edu/webpage/mapaBrasil.html" target="_blank" >http://penta2.ufrgs.br/edu/webpage/mapaBrasil.html</a><br /><br />[ ]s<br />Perna]]></description>
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	<item rdf:about="http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry110101-000556">
		<title>» Mapa mais detalhado do mundo já está disponível na internet</title>
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		<description><![CDATA[<a href="javascript:openpopup('http://www.pluhma.com/maperna/blog/anexos/entry110101-000556/000556.jpg',800,600,false);"><img src="http://www.pluhma.com/maperna/blog/anexos/entry110101-000556/000556.jpg" border="0" alt="" /></a>GlobCover vai permitir estudo aprofundado sobre consequências das alterações climáticas na superfície terrestre.<br /><br />Está disponível na internet, e de maneira gratuita, <a href="http://www.esa.int/images/globcover_poster2010_H.jpg" target="_blank" >o mapa mais detalhado do mundo</a>, resultado de um projeto entre a Agência Espacial Europeia (ESA) em colaboração com a Universidade Católica de Louvaine, na Bélgica.<br /><br />De acordo com a agência espacial, o mapa tem uma resolução de 300 metros, como o instrumento MERIS (Medium Resolution Imaging Spectrometer) o que faz com que esta seja a cartografia mais detalhada e ilustrativa da vegetação do planeta Terra e dos acidentes geográficos na sua superfície. <br /><br />O mapa foi desenhado, durante um ano, a partir dos dados recolhidos pelo satélite Envisat da ESA no período compreendido entre o primeiro dia até ao último dia do ano 2009. Por sua vez, os investigadores da universidade belga e da ESA encarregaram-se de lhes dar uma forma. <br /><br />A ONU também participa no projeto através da Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e do seu programa para o Meio Ambiente (UNEP).<br /><br />O mapa vai ser utilizado para atualizar os dados disponíveis sobre os efeitos das alterações climáticas na superfície terrestre e indentificar, com antecedência, em que zonas do globo é provável que ocorra uma emergência.]]></description>
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	<item rdf:about="http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry101228-224056">
		<title>» Cartografia Escolar</title>
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		<description><![CDATA[Ótimo site sobre cartografia na escola. Tem mapas em anaglifo/3d, maquetes de relevo em isopor, e muito mais, além do livro do autor.<br /><br /><a href="http://cartografiaescolar.wordpress.com/" target="_blank" >http://cartografiaescolar.wordpress.com/</a><br /><br />]]></description>
	</item>
	<item rdf:about="http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry101002-032210">
		<title>» Sites de Mapas e Histórias antigas.</title>
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		<description><![CDATA[Mais um site interessante de um desenhista de mapas artísticos:<br /><br /><a href="http://jeremiasortiz.com.br/blog/?cat=9" target="_blank" >http://jeremiasortiz.com.br/blog/?cat=9</a><br /><br />E o já mostrado do Francisco José Ferreira, desenhista de mapas artísticos:<br /><br /><a href="http://www.mapasartisticos.blogspot.com/" target="_blank" >http://www.mapasartisticos.blogspot.com/</a><br /><br /><br />Muito interessante, vejam:<br /><br /><a href="http://www.serqueira.com.br/mapas/" target="_blank" >http://www.serqueira.com.br/mapas/</a><br /><br />Artigo sobre mapas do Rio de Janeiro, interessante também.<br /><br /><a href="http://web01.bn.br/portal/arquivos/pdf/ana%20carmen%20casco.pdf" target="_blank" >http://web01.bn.br/portal/arquivos/pdf/ana%20carmen%20casco.pdf</a><br /><br />Centro do Rio de Janeiro<br /><br /><a href="http://cristovao1.wordpress.com/2010/05/23/lapa-abrigo-refugio-cultura-popular-carioca/" target="_blank" >http://cristovao1.wordpress.com/2010/05/23/lapa-abrigo-refugio-cultura-popular-carioca/</a><br /><br />Planta arquitetural do Rio em 1874<br /><br /><a href="http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_cartografia/cart175745.pdf" target="_blank" >http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_cartografia/cart175745.pdf</a><br /><br />Planta arquitetural de Porto Alegre de 1900<br /><br /><a href="http://www.ihgrgs.org.br/artigos/poa_1900.htm" target="_blank" >http://www.ihgrgs.org.br/artigos/poa_1900.htm</a><br /><br />]]></description>
	</item>
	<item rdf:about="http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry101002-002326">
		<title>» Mapa Arquitetural</title>
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		<description><![CDATA[Postei esse artigo originalmente em 10/12/2009, mas agora no final de setembro de 2010 o Google lançou o Google Street View de cidades brasileiras, o que somado com o Google Earth que não precisa mais ter um programa a parte e já funciona assim como o Street View dentro do navegador internet na página do Google Maps, o assunto torna-se pertinente. Chegamos no ponto em que todos que gostam do assunto queriam chegar. O único problema é pedir para que o São Google não fique simplesmente atualizando o Earth e o Street View e sim atualize e de a chance de se escolher o ano em que se quer passear navegar. Pois uma das qualidades dos mapas convencionais (arquiteturais ou outros) é ser um documento histórico de uma momento. Se o Street View tiver essa opção futuramente vai ser o paraíso...<br /><br />Segue abaixo o artigo original apenas com o acréscimo de um link para um mapa na Biblioteca Nacional e um mapa que eu estava devendo.<br /><br />.................<br /><br />O termo &quot;Mapa Arquitetural&quot; é tão raro como a existência desses mapas e o próprio termo caiu em desuso. Obviamente a palavra &quot;arquitetural&quot; refere-se a obras arquitetônicas, prédios, por exemplo. No Rio temos um exemplar datado de 1874, retratando o Largo de São Francisco, no Centro.<br /><br />Link para o mapa abaixo:<br /><br /><a href="http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_cartografia/cart175745.pdf" target="_blank" >http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_cartografia/cart175745.pdf</a><br /><br /><a href="javascript:openpopup('images/mapaarquitetural-rj-1874.jpg',708,690,false);"><img src="images/mapaarquitetural-rj-1874.jpg" width="512" height="499" border="0" alt="" /></a><br /><br /><br />Na foto de Marc Ferrez abaixo podemos ver a Escola Politécnica, que aparece no mapa, no topo do Largo. Essa Escola é o atual IFICS (Instituto de Filosofia) da UFRJ, e alguns anos antes era a Academia Militar.<br /><br /><a href="javascript:openpopup('images/largodesaofrancisco-MarcFerrez1890.jpg',1034,590,false);"><img src="images/largodesaofrancisco-MarcFerrez1890.jpg" width="512" height="292" border="0" alt="" /></a><br /><br />Notem que nesse mapa do Rio não é usado uma vista dos prédios em perspectiva, e sim a fachada do prédio. Já na capa da revista The New Yorker, abaixo, o mapa arquitetural adquire sua melhor essência visual e arquitetônica.<br /><br /><img src="images/0maps11.jpg" width="217" height="301" border="0" alt="" /><br /><br />Porém esse tipo de mapa pode ser artístico, no sentido mais amplo da palavra, pois qualquer mapa tem um fundo de arte...<br /><br />Vejam Manhattan abaixo e mais abaixo o sudeste americano mais artístico ainda.<br /><br /><img src="images/0maps10.jpg" width="467" height="298" border="0" alt="" /><br /><br /><img src="images/belhaven-college.jpg" width="512" height="511" border="0" alt="" /><br /><br />Do Rio de Janeiro recente temos um trabalho maravilhoso de Victor Castro. Abaixo a versão de 1993, mas eu tenho também um de 1989 e outro de 1965 preto e branco e me parece existir um de 1962 colorido. Se alguém souber de outros, avisem.<br /><br /><img src="images/100_0238c.jpg" width="512" height="502" border="0" alt="" /><br /><br />Um que estou procurando em meio digital (o link da Biblioteca Nacional está corrompido) é o &quot;Rio de Janeiro Monumental de Carlos Aeninshanslin de 1915&quot;, que segue abaixo um único pedaço decente que tenho e ele inteiro ilegível em seguida.<br /><br /><img src="images/RiodeJaneiroMonumentalCarlosAeninshanslin1915c.jpg" width="512" height="409" border="0" alt="" /><br /><br /><img src="images/figura3.jpg" width="512" height="374" border="0" alt="" /><br /><br /><a href="http://bndigital.bn.br/scripts/odwp032k.dll?t=xs&amp;pr=fbn_dig_pr&amp;db=fbn_dig&amp;disp=list&amp;sort=off&amp;ss=new&amp;arg=central+monumental&amp;argaux=central+monumental&amp;use=kw_livre&amp;x=19&amp;y=11" target="_blank" >http://bndigital.bn.br/scripts/odwp032k.dll?t=xs&amp;pr=fbn_dig_pr&amp;db=fbn_dig&amp;disp=list&amp;sort=off&amp;ss=new&amp;arg=central+monumental&amp;argaux=central+monumental&amp;use=kw_livre&amp;x=19&amp;y=11</a><br /><br /><br />Nos dias de hoje é impensável alguém realizar esse tipo de trabalho, pois o google Earth tende a suprir com louvor a carência desse tipo de mapa, e ainda com atualização constante e possibilidade de facilmente trocar o ângulo de visão dos prédios em 3D disponíveis.<br /><br /><a href="javascript:openpopup('images/ny3.jpg',530,341,false);"><img src="images/ny3.jpg" width="512" height="329" border="0" alt="" /></a><br />Compare essa vista do google Earth de Nova York com o mapa artístico mais acima.<br /><br /><img src="images/maracana.jpg" width="439" height="351" border="0" alt="" /><br /><br /><img src="images/sao-paulo-3d-google-earth.jpg" width="450" height="315" border="0" alt="" /><br /><br />Claro que as imagens acima ainda deixam muito a desejar, mas é apenas questão de tempo.<br /><br />[ ]s<br />Marco Antonio Perna]]></description>
	</item>
	<item rdf:about="http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry100621-234939">
		<title>» Dia Mundial da Hidrografia</title>
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		<description><![CDATA[&quot;O dia 21 de Junho foi instituído pela Assembleia-Geral das Nações Unidas como &quot;Dia Mundial da Hidrografia&quot;. O objetivo deste Dia é permitir a divulgação da relevância da Organização Hidrográfica Internacional (OHI) e dos serviços hidrográficos dos Estados-membros, em prol da segurança da navegação e da proteção do meio marinho.<br />A OHI é uma organização que desenvolve trabalho na melhoria da cobertura hidrográfica e cartográfica, e na uniformização das especificações, símbolos, estilos e formatos utilizados em cartografia e publicações náuticas.&quot; <br /><br />Fonte: Hidrográfico. <br /><a href="http://www.hidrografico.pt/dia-mundial-hidrografia.php" target="_blank" >http://www.hidrografico.pt/dia-mundial-hidrografia.php</a>]]></description>
	</item>
	<item rdf:about="http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry100604-235327">
		<title>» Dia do Engenheiro Agrimensor</title>
		<link>http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry100604-235327</link>
		<description><![CDATA[4 de junho, Dia do Engenheiro Agrimensor.<br /><br />]]></description>
	</item>
	<item rdf:about="http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry100506-180601">
		<title>» Dia do Cartógrafo</title>
		<link>http://www.marcoantonioperna.com.br/maperna/blog/index.php?entry=entry100506-180601</link>
		<description><![CDATA[Hoje NÃO é o dia do engenheiro cartógrafo. É dia do CARTÓGRAFO. E, claro, o engenheiro cartógrafo comemora seu dia. Mas é o dia de muitos cartógrafos da antiguidade, que não eram engenheiros formalmente falando.<br /><br />[ ]s<br />Perna<br />CARTOGRAFO (engenheiro é mero detalhe)<br /><br />***********************<br /><br />O Dia do Cartógrafo foi instituído pela Sociedade Brasileira de Cartografia (SBC) em referência à data do mais antigo trabalho cartográfico registrado no Brasil.<br /><br />O fato se deu em 27 de abril de 1500, segundo o Calendário Juliano utilizado na época, quando Mestre João, astrônomo da frota de Pedro Álvares Cabral, determinou a latitude da Baía de Cabrália - atual Porto Seguro.<br /><br />O documento foi enviado à corte juntamente com a carta de Pero Vaz de Caminha, na data corrigida para o atual Calendário Gregoriano, 6 de maio.<br />Fonte: IBGE.]]></description>
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